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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Já é Natal cá em casa!

Luzinhas, árvore na parede, casinhas de cartão, coroas, suportes para velas, vinil no vidro da sala, uma mini-árvore em cartão, um calendário do advento e palavras com aquilo que mais importa nesta época. Dito assim, parece muita coisa, mas acho que as nossas decorações de Natal estão tal e qual o que eu queria: simples, minimalistas, especiais. Desafiei a querida (é mesmo querida!) Filipa da Momentos Com Design a deixar a nossa casa mais bonita e ficou tudo ainda melhor do que eu tinha imaginado. Está acolhedor, mágico. Nesse mesmo dia tive cá amigos a jantar e queriam levar tudo para casa deles. É que nem pensar. Podem encomendar alguns destes elementos na página do Facebook da Filipa e contratá-la para decoração de festas, de eventos: ficam tão bem entregues, palavra!

Para retratar este ambiente, claro que não podia cá faltar a Joana Bandeira do The Love Project, que vai acompanhando o crescimento destas garotas e registando os momentos mais importantes das nossas vidas. Uma excelente prenda de Natal é um voucher com uma sessão The Love Project para oferecer! Fica a sugestão.


Preparados para 30 fotografias, no mínimo, com espírito de Natal? Ho-ho-ho!

Os vestidos deste Natal são da Kolor Kids
  Laços Lemon Hair Lovers

















Só para avisar que eu "estraguei" esta árvore de natal na parede fantástica, pondo-lhe uma gambiarra preta, ok? Mas à noite fica bonito!










Olhem só os fofos.










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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Não sei cozinhar.

Não sei. E acho que saber me iria fazer mais feliz.

Aquilo que cozinho nem costuma sair mal, é o chamado "come-se", tirando os "hambúrgueres da selva" que uma vez fiz para a Irene e que faz com que sempre que me oiça a fritar algo pergunte: "

Irene: Não são os hamburgueres da selva, pois não?

Eu: Não, filha, não são...  - por dentro, rio-me enquanto me cai uma lagriminha de tristeza.

Coitada da miúda. 

Por achar que não sei cozinhar, raramente lhe consigo dar comida com mais de um dia. Se aquilo já não me parece ter bom aspecto quando termino - raio de insegurança - quanto mais ainda com uns dias de atraso...? Não estou a dizer que a deite fora, mas que me custa, custa. 

Não cresci a ver alguém a cozinhar. A minha mãe dirá que terei recusado imensos convites para aprender, mas agora sinto que tudo seria melhor se tivesse sido envolvida enquanto se cozinhava. Ainda hoje, como é dia de cozinhar, já estava a pensar em actividades para a Irene enquanto ia cozinhar e rapidamente me apercebi que a vou envolver. 

Não quero que ela chegue aos 25 anos e não saiba fazer uma sopa. E não quero que vá pedir a um dos seus melhores amigos para ensinar e que, muito menos, diminua o valor que tem de si mesma por não ter sabido fazer uma coisa tão simples. 

Por isso, hoje, Irene, vais ver a mãe a tentar fazer o melhor frango de sempre. Também não sabe cortar um frango, mas há de haver um vídeo no youtube a explicar e ensinar-te-ei estas coisinhas enquanto não me puderes dizer que não. Ou, quem sabe, apanhas o gosto de pequenina e cozinharmos juntas passará a ser uma coisa só nossa.




Melhor ainda: cozinharás para mim enquanto estou na sala a ver a This is Us. 

Já agora, os hambúrgueres da selva foi uma vez em que decidi inovar na cozinha e juntar banana e côco aos hambúrgueres. Não foi um jantar feliz e, seis meses depois, ainda nos lembramos disso, ahah. 



O meu instagram e o d'a Mãe é que sabe :)
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domingo, 8 de outubro de 2017

O meu primeiro trabalho em fotografia!

Viram o post que a outra com quem ando a dividir o blogue e a vida escreveu em tempos? Tramou-me (e ainda bem)! A verdade é que já andava há algum tempo com uma adrenalinazinha boa de cada vez que fotografava e passou-me pela cabeça, agora que tenho a Luísa na creche, que podia ser uma área a explorar. Mas faltava-me tudo o resto. E não lhe posso contar nada que ela arranja logo maneira de fazer acontecer. Já me conhece tão bem que percebeu logo que se não fosse ela a dar o empurrão, eu não teria coragem de avançar. Escreveu aquele post sem que eu o soubesse. Já há algum tempo que lhe dizia que achava que ia gostar de fotografar famílias, bebés, miúdas. Mas sabia que dizer isto assim era capaz de fazer correr um arrepio pela "espinha" das pessoas que estudaram, que tiraram cursos e que percebem efectivamente de fotografia (deve ser aquela injustiça que um actor sente ao ver que aquela que foi para a casa dos segredos lhe roubou o lugar na novela da noite). Mas estou muito tentada em arriscar nesta arte. Acho que tenho o mais importante: paixão. Gosto do processo todo, há já muito tempo. Talvez precisasse de melhor material, de saber mais sobre a máquina que uso para a potencializar ao máximo (e, num mundo hipotético, investir numas objectivas melhores), talvez devesse tirar primeiro um curso, mas comecei ao contrário: agarrei primeiro numas cobaias - que não as minhas filhas - e comecei a treinar, treinar, treinar, tal como ando a treinar a edição (e a ver vídeos no youtube com fotógrafos de topo) e a gostar muito.

Já tive a minha primeira cliente (UAU, que estranho dizer isto, mas que bom) e já tenho a próxima marcada.

A miúda faz 98% da fotografia, eu sei. Linda e querida que só ela (marcas, ponham os olhos neste bombom!!!). Sim, tenho muito para melhorar. Mas posso dizer-vos que ADOREI!!!


-
























Editei algumas com um toque mais vintage. Ainda a descobrir a minha "linguagem", a minha imagem de marca. Longo caminho pela frente...





Obrigada, Joana Gama, por seres uma desbocada. Odiei-te por me fazeres enfrentar os meus medos e a minha falta de confiança nisto, mas adoro-te.  


Para mais informações sobre as sessões:
 joanapaixaobrasfotografia@gmail.com


 
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Divorciei-me e pediram uma fotografia da famíla na escola.

Até me vieram suores frios. Imediatamente a primeira solução: "cada um tira uma com ela e leva duas.". Pronto. 

Não. Isto não é pensar na miúda. Pensar na miúda é a representação daquela fotografia e qual será o impacto dela na parede comparativamente com as dos outros pais. Nós somos uma família. Diferente daquela que tanto o Frederico como eu consideravamos a ideal, mas somos. É o pai e a mãe dela e a filha dos dois.



Estamos os três a fazer caretas. O humor desempenha um papel fulcral, lá está, na nossa família e é esta a fotografia que a Irene vai ter da família na parede da sala dela na escola.

Tivemos por de parte alguns constrangimentos, mas achamos que foi a decisão certa para nós. Ela quer uma destas fotografias no quarto da casa do pai e outra no quarto da casa da mãe e assim será. Faz sentido.

Para nós.

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Como está a correr a vida em Santarém?

Ninguém perguntou, mas já soube que algumas pessoas se mudaram para o campo depois da minha mudança. Não me posso sentir a responsabilidade desse passo, como é óbvio, mas fico feliz se correr tão bem como tem corrido connosco.

Não vão ouvir aqui só passarinhos. Nem sempre é bom (como em tudo na vida). Tenho melgas em casa e toda a espécie de bicharocos (até um morcego...), uma casa destas requer maiores cuidados e limpezas, não tenho amigos por perto, etc, etc, etc. Mas o que é bom, não é bom, é óptimo.

A vida é mais calma, não perdemos tempo no trânsito, há imensos parques espalhados pela cidade e vamos variando, se não formos passear depois da escola, há sempre flores para regar em casa e festas para fazer aos cães, as caras são-nos mais familiares... é bom, muito bom.

As miúdas são felizes aqui. Sê-lo-iam provavelmente numa grande cidade porque o mais importante não é onde estamos, mas com quem estamos. Mas há algo em mim que me diz que esta ligação à terra, irem apanhar amoras, ir à horta da vizinha apanhar feijão verde, andarem descalças na rua lhes dará memórias para a vida. 

Agora que a Luísa foi para a escola, tenho tido mais tempo para a casa e para mim, assim como para o blogue e outros trabalhos (escrevo e faço locuções), e, apesar de ter de ir algumas vezes a Lisboa e voltar, faz-se bem. Tenho 6 horas sem elas para gerir (e acreditem, passa a correr), mas, apesar desta fase de adaptação ter sido difícil até para mim, já percebi que vamos ser muito felizes este ano. 
Estou confiante. 

Por isso, a resposta à vossa pergunta imaginária: a vida em Santarém está a correr bem. 










 


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