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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Amanhã vou à SIC!

Ahhh que amanhã vou conhecer a Júlia Pinheiro (já a vi uma vez ou outra no refeitório da SIC), mas nunca privei com ela. Sou aquela pessoa que, falando com ela iria sair algo perfeitamente irrelevante na sua presença, tipo: "eu às vezes almoço com o seu filho e acho que ele simpatiza comigo".

So what? 

Vou tentar restringir a comunicação ao essencial. Não tentar ser engraçada porque me pode correr mal. 

Estou cheia de medo que, assim que me sente, me saia qualquer coisa como "PÍNCAROS", "SOUFLÉ!", sei lá. 

Estou calmamente em negação. Já não fico nervosa com "ir à televisão", mas... estar com Miss Júlia é diferente. 

Vou estar em directo com a Dra. Graça Gonçalves para dar um testemunho sobre a minha aventura (e da Irene) da amamentação prolongada. 

O que vestir?? 


Nota: Afinal não vai a Júlia buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

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Se me arrependi de ter ficado um ano e meio em casa com a Irene?

Foi a experiência mais dura pela qual passei. Da maneira como eu a vivi, claro. Também sinto que o pós-parto foi terrível e pensei que fosse terrível para toda a gente, mas tenho conhecido mães que os metem no marsúpio e que fazem passeios sem restrições (a Filipa Galrão, por exemplo). 

Agora sinto que viveria tudo de outra forma e por todos os motivos. Timings, maturidade, experiência com a Irene, auto-conhecimento, outra relação conjugal... Tudo influência. Nós é que, infelizmente, parece que estamos programadas para pensarmos sempre em primeiro lugar que "estamos estragadas". 

Os 5 meses de licença de maternidade mais o mês extra de férias custaram muito a passar: a pediatra disse para evitarmos sair de casa nos primeiros meses por não ter vacinas (e levei isso demasiado à letra), a amamentação não era nenhum conto de fadas, a privação de sono era terrível, a falta de privacidade e a a angústia de não saber quem sou ou quem é a pessoa que tenho nos braços também. 

É uma violência gigante (lá está, para algumas mulheres) mas que vamos tendo o sorriso deles que nos vai salvando (e a eles) e interrompendo grandes períodos de desespero, de tristeza e de desamparo. Lembro-me de acordar durante a noite umas 7 vezes e, de manhã, quando acordava, ia praticamente a chorar ter com a Irene. Com o sorriso dela (como se nada tivesse acontecido), ganhava forças para mais uma hora ou duas. E foi assim durante 3 anos. Até ela (e eu) começar a dormir a noite toda. 

Pelo meio, voltei a trabalhar. O Frederico ficava em casa com ela, mas tinha de ir trabalhar. Não pedi a licença prolongada a tempo (tem de ser um mês antes do final ou, pelo menos, era assim há 4 anos). Quando voltei parecia não haver trabalho para mim e requisitei uma licença sem vencimento de um ano com - aqui entre nós apenas - a esperança de que não fosse aprovada (agora já ouvi dizer que tem que ser dada). Não queria assim tanto. Queria só sentir que tinha feito o possível para estar junto da Irene e para que o tempo sem trabalho no trabalho não me parecesse tão pecaminoso. Estava a gostar de sair de casa todos os dias, de estar com os meus colegas, de me maquilhar, de ouvir música, de estar em silêncio de não estar sempre com as mamas de fora (apesar de ir tirar leite para uma sala)... 

Aceitaram. 

E lembro-me quando cheguei a casa nesse dia. Pensei: "é o primeiro dia de um ano inteiro". Que bom e... que... medo. 

Se me arrependo? Não. 


A Irene teve a sorte de ter mais mãe, mesmo que a mãe não estivesse minimamente inteira. As decisões foram baseadas sempre em amor (por ter sorte de não ter de basear na necessidade) e, por isso, mesmo que tenha custado, a mim e, por isso, a ela... foi amor que me levou a decidir. 



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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Não gosto mais de ti! Já não sou tua amiga!

A palavra que mais impacto teve em mim, até agora, que a Irene tenha dito foi "mãe". Acho que faz sentido e que não é surpreendente. Aquela mãe foi como se, numa vez só, me tivesse tirado 30kgs de cima (teria sido bom se fosse literal), me tivesse arrumado a casa toda e ainda tivesse feito a cama de lavado depois de uma sessão calminha de amor (ahah wtf?). 

Depois disso, a miúda fala e fala que se desunha. Somos só duas cá em casa (além dos gatos Noddy e Bubbles) e, por isso, levo com a conversa toda - e adoro a maior parte do tempo. Por ser eu quem cuida maioritariamente da Irene tenho de ser eu a principal disciplinadora e sabem uma coisa? Não me custa. Não me custa dizer-lhe que não. O que tenho a seguir - nem sempre - é uma birra estridente e algumas frases horríveis como "Não gosto mais de ti!! Já não sou tua amiga!!". 

Fotografia por Joana Hall e macacões de Little Jack. 


Já reparei que há outras pessoas que levam isso a peito, que levam isso mais a sério. Tenho a sorte de não levar. Não levo nada que ela me diga a peito. Se nem nós, adultos, com tanta experiência em cima e, supostamente, mais dois dedos de testa a nível emocional não conseguimos dizer as coisas como queremos e quando devemos ou, simplesmente, ficarmos calados. Quanto mais uma miúda de (quase) 4 anos? 

Digo-lhe (até há um livro muito giro da Edicare chamado "Meu amor") que gosto dela sempre: quando está contente, zangada, triste... Tento dar-lhe outras sugestões sobre como poderá lidar com a frustração. Como, por exemplo, gritar o que está a sentir, fechando as mãos com força. Sei lá (sei um bocadinho que já pensei nisto, mas só sei o que sei haha). 

Eu serei sempre tua amiga, Irene e gostarei sempre de ti. Tal como tu gostarás sempre de mim, independentemente das nossas birras que as há. Ou porque tu dizes que não é porque eu digo que não. É natural.

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Tenho 31 anos e um dente de leite.

Gosto muito de vos fazer sentir normais. Ok, é só metade verdade. Eu gosto mesmo é que vocês me façam sentir normal. 

Aqui a menina tem uns dentes aparentemente impecáveis, parecem 10 chiclas (de nada, Porto) todas espalmadas, maaaaaas por dentro está tudo a gritar socorro qual o nosso corpinho por dentro de uma malha rasquinha da Berskha e sem nada por baixo. 

Eis senão quando há aqui um dente de leite. Que resiste. Que não sai faça chuva ou faça gomas da Hussel pelo gargalo abaixo. 

Um dente de leite que aguentou uma sessão de desvitalização na semana passada, mas que esteve até hoje a odiar-me e a deitar olhares gulosos ao Brufen que está em cima do balcão da cozinha. 

Este dente que hoje vai levar uma segunda sessão de desvitalização que, muito provavelmente não irá resolver nada. E nisto o que se passa? A menina aos 31 anos vai por um implante, muito provavelmente. Além de não ter poupanças para isso - acho que dá para por 1/3 de implante - não estou a conseguir lidar com um implantezinho na boca.

Ainda se fosse nas mamas... dois assim redondos para não ter que usar soutien para fingir que não estão ambas deprimidas. 

Ah! Isto porque tenho o dente de leite, mas não tenho definitivo por baixo. Maravilha. Tenho dores.



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domingo, 11 de fevereiro de 2018

Não quero dividir a minha filha.



Não tenho muito más lembranças de andar sempre com um saco para a frente e para trás à sexta-feira e ao domingo. Era rápida a fazer a mala para a casa do pai. Eram só dois dias e a roupa que levava não era minimamente relevante. Não naquela idade.

Gostava até de voltar "à casa do pai" e de ver as minhas coisas de lá.

Como se fossem mais privadas, mais secretas. Não tinha a minha roupa, não sentia que me incomodasse levar o saco, mas não queria que a Irene passasse por isso.

Então, tanto eu como o pai dela tentamos minimizar essa gestão. Ela tem roupa na casa da mãe e do pai. A única coisa que vai de um lado para o outro todos os dias de dormida é o coelhinho com que dorme e o boletim de saúde e cartão de cidadão. De resto, claro que há bonecos preferidos que têm de fazer a viagem, daqueles que vão mudando todas as semanas.


casa
Fotografia por 
The Love Project


Por outro lado, não me parece saudável esta divisão tão estanque dos objectos. Lembro-me que sentia que era duas pessoas, mudando até de voz consoante o pai com quem estivesse. Eles são muito diferentes um do outro, também tive que me adaptar muito. 


Queria que a Irene visse as coisas como fluídas. A casa do pai e a casa da mãe são só sítios dela e ela não está dividida. Já vos contei que não falamos mal um do outro, ok, mas como continuar esta filosofia noutras coisas?

A roupa do pai e os pijamas da roupa do pai que vêm para cá, vão devolvidos. A roupa da mãe também. E há brinquedos que não queremos que saiam das nossas coisas senão "fica sem eles". Por isso a solução que temos arranjado é: duplicar quando necessário.

A Irene tem uma viola pequenina (acho que é um ukelele, afinal) que ama na casa do pai e, para não andar com ela para a frente e para trás, comprei-lhe uma também. Tem a azul na casa do pai e a rosa na casa da mãe.

Vamo-nos entendendo aos poucos.

O ukelele chega na terça-feira, vai-se passar. :)

Cabelo por: Nela Cabeleireiros


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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Surpresa ! A Irene, neste Carnaval, foi mascarada de...?

A Irene brinca muito às personagens. Gosta muito de fingir que é o Tomás, a coelha Carolina, o Super-Homem e... exacto. Surpresa: é esse o fato de Carnaval que ela está a vestir neste preciso momento na escola.

Há umas semanas, quando lhe perguntei o que queria vestir no Carnaval disse que queria ir de "Super-Homem musculado" e... lidei com isso. :)

Chegamos à escola e houve várias pessoas a dizerem que ela estava linda de super-mulher, mas não. Era o Tomás que estava vestido de Super-Homem.



Estranhar
Fotografia por The Love Project



E estava tão feliz. Tão contente. E eu também!

De manhã pensei em levar a máscara do Tigre que temos lá em casa, mas ela disse que ia ter vergonha e respeitei (ahah). Mas, depois, quando cheguei à escola dela e vi uma colega dela vestida de Masha com o pai vestido de Urso... Caramba, fiquei feliz.

Sei que é só Carnaval, mas este mundo ainda tem coisas boas. Se isto do Carnaval existe muito para dar dinheiro para comprar fatos e tal (quem compre, porque há quem tenha o talento e paciência para fazer), também existe para que os adultos se lembrem que brincar é bom, brincar ao faz de conta.

Saudades de quando gritava de um lado para o outro para a outra pessoa "e agora eu era o Polícia" ou... "e agora tu eras o pai"... "a fingir!!".

O Carnaval é a fingir ou serão todos os outros dias que são a fingir? Sei que parece o final de um livrinho de Gustavo Santos (ainda não li, mas não me vai escapar), mas hoje ao entrar na escola e ver os miúdos mascarados, alguns pais, as auxiliares... achei que hoje estava mais certo que nos outros dias.

Para a semana venho trabalhar vestida de Zorro, todos os dias.

(alta meltdown agora haha)

De que foram mascarados os vossos?


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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Como funciona a cabeça de uma blogger (como eu).

Ahhh! O título está bem explícito! Se não querem saber os pensamentos mais íntimos de uma blogger no que respeite ao blog, sintam-se livres de fechar esta janelinha e de voltar para outros feeds. Ah, acabou de me aparecer uma notificação aqui do Facebook a dizer que tenho de ir dar os parabéns ao meu primo Francisco, venho já. Dei pelo Facebook, não sou de ligar. Pronto, já está. 

Ok. Então, como funciona a cabeça de uma blogger (como eu)? Ninguém perguntou mas, lá está, já vão perceber porque é que decidi fazer este post.


- PREOCUPAÇÃO CONSTANTE.

Da mesma maneira que, quando se tem um filho, vêm daí as responsabilidades e a presença delas mais ou menos constante na nossa cabeça - estou a comparar um blog a um filho, ai Jesus - também o criar de um blog e levá-lo a este nível, inunda a nossa cabeça de preocupações. A Joana e eu queremos manter o blog com publicações frequentes e, por isso, "hoje tenho de fazer um post", "a ver se escrevo já o de amanhã porque como tenho uma consulta, não vou ter tempo", "aproveitava era o fim-de-semana para escrever já uma semana de posts para tirar umas férias".

- OLHO DE PRODUTOR

Vamos vivendo o dia-a-dia sempre com "um olho no burro e outro no cigano". Tentamos ter 10% da nossa cabeça atenta a possíveis temas que possam servir para escrever aqui. Hoje, por exemplo, a Irene quis levar a viola que os avós e o pai lhe ofereceram para a escola e, desde que a deixei, estou a pensar na vaidade que sinto dela gostar tanto da sua viola e talvez falar da relação da Irene com a música para que outras mães, se quiserem, apanharem algumas ideias. Ou, quando a estou a adormecer, ponho-me a rever o dia, as coisas que correram bem ou menos bem, as coisas pelas quais me sinto grata e, a seguir, naturalmente, é pensar quais delas dariam um bom post (sendo que, para nós, um bom post é um post que interesse a muita gente e que contribua positivamente para a vida de quem lê) e começar a escrevê-lo na minha cabeça. 


- TER UM NEGÓCIO EXTRA

A par de tudo aquilo que geralmente já tenho de resolver na minha vida pessoal (enviar prescrição do exame do sono para o Hospital para validarem a marcação do exame, marcar dentista, ir consultar o regulamento do condomínio do meu prédio, tenho que fazer sopa logo à noite, arrumar a casa...) junto a isso ter que ir "responder a mails" do nosso mail. Tenho como prioridade os assuntos que necessitem de resposta imediata (sejam propostas comerciais ou leitoras que precisem de algo de nós imediatamente como conselhos ou ajuda em que possamos ser úteis), depois as parcerias que possam ser interessantes para nós e, por último, concretizar algumas ideias com parceiros, enviando e-mails proactivamente. 

- TENTAR ENCAIXAR SESSÕES FOTOGRÁFICAS

Apesar de ter a Inês da Yellow Savages e a Joana Sepúlveda Bandeira do The Love Project sempre prontas para nos fotografar, confesso que não faz parte ainda do meu mindset ver a "sessão fotográfica" como algo que me apeteça muito fazer, apesar de adorar o resultado e de colorir o blog e de os posts ficarem ainda mais giros. É também, na minha cabeça, uma conversa frequente comigo própria: "Outra vez uma foto desta sessão? Tens de marcar outra, as pessoas já devem vomitar esta sessão". 

Das minhas sessões preferidas, esta com o The Love Project, da Joana Sepúlveda Bandeira.


- ENCAIXAR REUNIÕES EM TEMPO RECORD

Não sou nada fã de reuniões. Acho que se fazem demasiadas reuniões mas há assuntos que têm mesmo de ser tratados frente a frente, especialmente quando ainda não se conhecem os parceiros. Não consigo ter a disponibilidade que queria para tratar destas coisas com calma e, por isso, tem de ser na minha hora de almoço (porque no restante tempo estou ou a trabalhar ou já com a Irene) e aqui perto do trabalho porque senão só tenho 15 minutos para falar com a pessoa presencialmente. 

- GERIR EXPECTATIVAS E PERFECCIONISMO

A motivação extra (gostamos sempre de escrever aqui, mas nem sempre conseguimos) tem altos e baixos. Quando tem altos, sou louca e penso: "vamos alimentar mais o canal de youtube", "vamos criar um programa de televisão", "vamos lançar mais um livro". Quando tem baixos, penso "não tenho nada que falar... olha, já sei, vou escrever sobre esta minha preocupação ou como funciona a minha cabeça no que toca ao blog". Eheheh. 

- VONTADE DE ACABAR COM TUDO

Ui, meninas. Se soubessem a quantidade de vezes, quando tenho a cabeça mais cheia que penso "epá, mas vou estar a chatear-me com uma coisa que fui "eu" quem criou? Acaba-se já com isto e não tenho mais que pensar no assunto, que chatice! E atenção que 99% da pressão é só criada por mim mesma. 


Associado a tudo isto existe também GRATIDÃO e VAIDADE. Temos a sorte (e trabalho) de, em 3 anos, termos um blog em que sentimos que vocês nos conhecem e que se relacionam connosco. Adoramos receber as vossas mensagens e comentários em que dizem que vos ajudamos a repensar nalguma coisa ou, melhor ainda, que não se sentem tão sozinhas e anormais. Acreditem que nem sempre é fácil mas... que tem valido sempre a pena. 


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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Um pequeno almoço que ela gosta.

Tive esta ideia no outro dia. Tenho andado a perguntar sempre à Irene o que lhe apetece para o pequeno-almoço mas eu, por exemplo, tenho sempre muita dificuldade em saber o que me apetece ou não. Geralmente só me apetece Chocapics, mas não é isso que vou comer (ai, agora tenho de ir comprar). 

Preocupo-me com a forma como ela começa o dia. Quero que ela tenha energia para brincar e que seja saudável mas ainda não estou muito educada e sistematizada relativamente a soluções. E, ainda por cima, coisas que ela queira comer. 

Inventei a história do "pequeno-almoço em tacinhas". Em cada tacinha ponho qualquer coisa que, em princípio ela irá gostar: bagas goji, ovo mexido, papas de aveia, tostinhas integrais com um pouco de queijo fundido ou fiambre de perú, pedacinhos de fruta. Cada coisa na sua taça. Come o que lhe apetecer de cada coisa e, o que não lhe apetecer, a mãe aspira. 

Ela tem gostado disso. De chegar à mesa e de ter tantas coisas para poder escolher. Quando acaba uma taça, puxa outra para ela e hoje puxou a minha que tinha leite de amêndoa e granola com frutos vermelhos (já mole porque deixei o pacote aberto, mas enfim, isto foi só para cortar o tom super blogger de comida) e comeu-a toda. 

Tem funcionado para nós e tenho gostado de fazer, mas confesso que sempre andei muito perdida nos pequenos-almoços dela. Era mais fácil quando só mamava e zunga!

O que tomam os vossos e que idade têm? 

A foto não é minha, claro, nem do nosso pequeno-almoço, mas não me importava que fosse, é desta fotógrafa.

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