domingo, 20 de agosto de 2017

Nunca pensei que fosse assim!

Estou a ficar irreconhecível, ahah. Não me alongo muito mais no texto e vão perceber porquê quando clicarem no vídeo :)



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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Chorei com aquela avó de prematuros.

Os netos gémeos da F. já nasceram, antes de tempo, ainda antes de completarem os 7 meses. Estão ali, agarrados à vida, a batalhar há três semanas. Cada etapa, cada conquista (e alguns percalços e muitas incertezas). Notava-se que estava muito combalida, preocupada, cansada e, após algum tempo, ficou com os olhos cheios de lágrimas, a voz a falhar. Não aguentou mais. Nem ela, nem eu. Dei-lhe um abraço e tentei passar-lhe força. Conheço muitos casos de sucesso. Muitos mesmo. Lembrei-me logo do caso do Nós e as Marias, que nasceram com meio quilo, e deste fantástico texto que publicámos aqui. E é nesses casos que temos de pensar. Apesar de não ser fácil...

Hoje apercebi-me do sofrimento de avó. Sofre pelos filhos e pelos netos, sem poder estar sempre por perto. Sofre longe, com o coração lá.

Hoje apercebi-me de que passamos muitas vezes a gravidez fartinhas e ansiosas (nunca foi o meu caso, por acaso), mas nem pensamos bem no importante que é eles ficarem cá dentro mais tempo, até ao fim e no quão imaturos nascem, mesmo ao fim de 40, 41, 42 semanas. Nem nos lembramos da luta que muitas famílias travam quando isso não acontece. A incerteza, aquelas caixas, o colo que não podem dar a quem mais precisa, os tubos, as picadas, as aspirações, o regressar e ver uma casa vazia, o cansaço e o medo. O nascimento de um bebé devia ser sempre motivo para felicidade e não de dor e de medo da perda ou de sequelas.

Hoje apercebi-me de que não basta ficar aqui a sentir-me triste por estas famílias e por estes bebés. Há coisas a fazer para minimizar todo o sofrimento destas famílias.

  • Esta avó disse-me que o filho e a nora estão nas casas da Fundação Ronald Macdonald (para quem não sabe são "casas longe de casa" para os familiares de crianças doentes, que precisam de cuidados permanentes ou ambulatório) - já tínhamos falado sobre a fundação aqui e dado a conhecer como podemos contribuir: financeiramente ou com presentes solidários como bonecas de pano, almofadas, peluches, estojos (agora para o regresso às aulas, por exemplo!).

  • Perguntei-lhe também se os netinhos já tinham os polvos, que são uns polvos feitos em croché, 100% algodão, de que os prematuros gostam muito, por ajudarem a simular o ambiente no útero, onde tinham o cordão umbilical e que os ajudam a sentirem-se mais seguros (parecem fazer aumentar os níveis de oxgénio no sangue). Já tinham e a avó tinha aliás ido comprar linha para enviar para que se pudessem fazer mais polvinhos para mais prematuros. Esta iniciativa é fantástica! Vejam aqui no grupo Polvo de Amor ou na página Migos como podem colaborar, seja com material, seja a fazerem os próprios polvos. 
(Este projecto nasceu em 2013 na Dinamarca, projecto OCTO, 
que já distribuiu mais de 26 mil polvos!!!!).


Nós e as Marias

 
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Estivemos em Barcelona e acontece isto!

O meu post sobre os nossos dias em Barcelona, felizes, em família, a comer gelados na rua, deitados na relva, a comer umas tapas numa praça, a caminhar, a caminhar, a caminhar - nunca usámos transportes públicos, excepto para o aeroporto - andava aqui a marinar. E agora acontece isto? Estivemos ali, mais acima ou mais abaixo. Estivemos por ali a viver dias felizes, a passear e a sonhar, com o presente, com o futuro, a construir memórias e a sermos uma família. Apanhámos chuva e partilhámos o arco do triunfo com desconhecidos, um senhor ajudou-nos uma vez a descer escadas com o carrinho, trocámos sorrisos com uns avós e uns netos, uma senhora meteu-se com a Luísa, que dava os primeiros passos mais consistentes na Barceloneta, o rapaz da gelataria respondeu-me em português. Vi amor por todo o lado, vivemos amor. A Luísa dormiu no meu colo, a Isabel deixou-se levar pelo sono, descansada, numa daquelas ruas, abraçámo-nos muito. E hoje, ali, viveram-se momentos de horror. O medo não nos pode limitar, não nos pode fazer temer, mas bolas!, morreu ali muita gente. Pessoas como nós. Pessoas que poderíamos ter sido nós, tivessem estes extremistas terroristas decidido atacar um mês e picos antes.

Para quem ainda não viu o que aconteceu, uma carrinha atropelou várias pessoas no centro de Barcelona, nas Ramblas. A polícia confirma 32 feridos e um morto, o jornal El País fala em 13 mortos.
Vi numa imagem uma criança no colo de uma pessoa, pedi para que fosse sua mãe e para que estejam os dois bem. Que os feridos recuperem rápido.

E mais AMOR por favor.




 
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Cabeça de gorda.

"Segunda-feira é que é.". 

Segunda-feira

Pequeno-almoço: Panquecas de banana e aveia. Bebida de amêndoa feita no domingo para começar tudo em ordem. 

Almoço: 
Uma cenoura, um ovo cozido e muita água.

Lanche: 
Um queijinho e uns morangos. 

Jantar: 
Sopa

Ceia: 
Dois litros de gelados do Santini e três donuts. 


"Ah, hoje nem correu mal, foi só à noite, mas para começar não faz mal"


Terça-Feira

"Ontem fiz asneira, hoje tenho que me portar bem".

Pequeno-almoço: Copo de água com gotinhas de limão.

Almoço: McDonalds

"É só hoje, para me despedir"

Lanche: Ucal

"Podia ter comido uma torrada e um bolo de arroz e não comi, por isso, até me portei bem". 

Jantar:
Sopa

Ceia:
Uma fatia de fiambre de perú fumado. 

Quarta-Feira
"Hoje vou ao ginásio que alimentação sem exercício físico..."

Pequeno-almoço: 
Panquecas de banana e aveia.

Treino

"Também não tenho de começar já a sério... começo devagarinho..."

Pós treino: 
Caixa de Kinder Surpresa em barrinhas na bomba de gasolina. 

"Porque eu mereço" .

Almoço: 
Lasanha
Mousse de chocolate

"Foi só hoje, nunca há disto aqui no refeitório da empresa"

"Segunda-feira é que é". 

... 

QUE NERVOS! 


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

"Não quero ser pai velho"

Não estava à espera de ouvir isto da boca do meu irmão Pedro. Estávamos a falar sobre o que ele planeava para si e quais os seus timings e disse que não queria ser pai tarde. Antes cedo e muito mais cedo do que eu estava à espera. Desde pequeno que é muito sensato e esta conclusão decorria facilmente das premissas. Ele pensa bem e sente bem, ele lá sabe. 

Talvez um pouco inspirada por ele e inspirada também por um casal que encontrei neste mesmo jardim há uns dias: decidi trepar com ela. Em vez de ficar a vê-la (e cheia de medo que caia), aproveitei o facto de não ser "mãe velha" e dela estar numa fase aventureira. Achei que ia ser giro para as duas e foi.

Muitos de nós tomam a decisão ou verbalizam que querem ser "pais cedo" para não serem "pais velhos", mas depois pouco aproveitamos. Aproveitar é isto. 

A única diferença (expectável) entre um pai "novo" e um "velho" é o trepar ou nem por isso. 

Trepei.

Ser mãe ou pai velho claro que está na saúde, mas está na cabeça. Isso acima de tudo.

Aproveitemos. Por eles e por nós. 



 




 







 



 




 

Saia da Irene - Tuc-Tuc

Colar - Goda

Jardineiras - Pura
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

BEST OF Férias! Já acabaram! Snif snif

Foram umas férias em cheio, repartidas pelo país. Sem grandes luxos, sendo que é um luxo poder passear, conhecer sítios lindos e estar com a nossa família, com amigos e, mais importante ainda, com saúde. Apesar de gostar de abrandar o ano todo, não há como as férias para nos ouvirmos a todos melhor, para ter tempo para tudo e para nada, para olhar o mar, viver a serra, conhecer terras e terriolas, dançar num bailarico da aldeia, comer uma caracolada, uma sardinhada, ficar quase até ao pôr do sol na praia... Claro que com filhos há birras, há cansaço e gritaria, há noites mal dormidas à mesma (ahah), mas há tudo o resto que compensa. Muitos abraços, muitas cócegas, muitos beijos e muito amor. E açúcar das bolas de berlim nos queixos. Tão bom!

Estivemos: 
[Cliquem nos links para irem vendo mais imagens]

- uma semana no Algarve (Fuzeta) com o avô Fernando

- uma semana em Azeitão, em casa da Susana, e nas praias da Arrábida

- uns dias em Évora, em casa dos avós, com passeio por Monsaraz

- e o resto em Santarém, em casa, com ida até aos Olhos d'água (praia fluvial)


Do que mais gostei?
  •  de termos tido uma cicerone que nos mostrou a serra da Arrábida e nos acolheu
  • de termos aproveitado para estar com os avós das miúdas
  • de não me ter preocupado com as sopas das miúdas, levei da BebéGourmet
  • de me ter marimbado para maquilhagens e vestimentas (excepto no casamento da minha melhor amiga)
  • da casinha no algarve, da Fuzeta, da Armona e da Praia Verde
  • dos ponchos hiper-práticos das miúdas, de cada vez que saiam da água, da Gordinhos
  • de ter ido até à praia sem as miúdas ouvir o silêncio e namorar
  • dos petiscos e das bolas de berlim (agora fechar a boca imediatamente!)

Se estão preguiçosas ou têm mais que fazer do que clicar em mais links, fica um resumo em imagens:

[Suspirei fundo só de rever isto tudo]

Susana Cabaço Fotografia
Site aqui.




A Susana

Os tais dos ponchos

Na Armona com o avô

Com os amigos

O meu maior descanso nas férias

Banhos na rua

Pés descalços

Foram as primeiras "férias a sério" para a Luísa



No dia de praia só a dois (aproveitei para ler o livro Viver Devagar)

Manas

Avô



A tentar

Fins de dia

No casamento


Em Monsaraz, com vista para o Alqueva

Gordices em Setúbal

Num restaurante que decobrimos ao acaso em Setúbal (Tasca do Largo) muito fixe

Babywearing na piscina e em todo o lado



 
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A Mãe é que sabe VIAJAR - Monsaraz (Alentejo)

Na terceira semana de férias, fomos para casa dos sogros, em Évora. Tivemos dias mais calmos, mais em casa, a saborear as comidas maravilhosas da sogra, a abusar dos sofás, a ver desenhos animados, a ir ao parque ou à piscina. Foram também até à cidade e até ao cromeleque dos Almendres (eu fiquei em casa eheh). Mas, num dos dias em que lá estivemos, fomos todos até Reguengos (almoçámos por lá) e depois até Monsaraz. 

Monsaraz é uma vila medieval lindíssima, que fica no topo de uma colina com vista para o Guadiana, feita de cal e xisto e cercada por muralhas. Andar por lá, a pé, é um regresso a tempos de reis e rainhas, uma experiência única. As casinhas, as janelas (adoro janelas), as flores nos parapeitos, o Alqueva ali a espreitar pelas ruínas, tudo encantador.

Não comemos nem pernoitámos por lá, mas decerto haverá casinhas bem giras com uma vista incrível, por isso, se tiverem dicas para quem lá queira ir, deixem aqui na caixa de mensagens. :)

































Portugal tem cada sítio mais bonito!!! 



 
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E se deixarmos de ser tontas?

Cada vez mais adoro mulheres. 

Houve  alturas na minha vida em que me tornei territorial, em que olhava para as mulheres (miúdas na altura) magras como se a magreza delas me engordasse. Como se elas tivessem a culpa de que eu não gostasse de mim. Como se houvesse um tabuleiro de corpos e elas tivessem conseguido os melhores primeiro e eu, que cheguei mais tarde - ou porque tropecei numa mama - fiquei com a ralé. 

Quem mais que não as mulheres para nos perceberem melhor sem nos acharem malucas? 

Não falo de todas as mulheres, porque há mulheres que destilam ódio gratuitamente em blogs (tanto a fazer posts - eu já fui assim  - como a comentar), há mulheres que não respeitam os seus filhos, há mulheres que... 

No entanto, se fôssemos em busca da nossa alma gémea, de alguém que nos compreenda e que sinta as mesmas coisas que nós, que fale a nossa mesmíssima língua, bem mais provável que a encontrássemos numa mulher, digo eu. Daí sermos tão afeiçoadas às nossas melhores amigas. 

As nossas melhores amigas que cumprem o papel de serem uma sombra nossa. Que não nos largam mesmo quando estão longe. Que, mesmo num silêncio de semanas, sabemos que basta 1 segundo para tudo ser "como sempre". Não tenho irmãs, mas calculo que o sentimento seja semelhante. 

Faz-me confusão como é que nós (estou mesmo incluída), na fase em que mais precisamos de sentir que nem tudo está errado, que não estamos malucas, que não estamos a falhar muito, que não somos piores que outras, temos a tendência para nos separarmos e dividirmos. 

Bem sei que estamos inseguras e que precisamos de muita força para acreditar nas nossas escolhas para as conseguirmos levar avante. Estamos cansadas e estamos "na berlinda", com a missão mais importante das nossas vidas em mãos: fazer com que o nosso filho, além de sobreviver, seja feliz. 

Porque é que acham que os blogs de maternidade têm tanto sucesso (também)? Algumas mães gostam de ver nos seus blogs espelhada alguma perfeição, podendo dizer a si mesmas que é tudo fabuloso porque nas fotos parece. Quem lê (estou a generalizar, claro), sente que é por ali o caminho e acha que ao comprar aquelas camisolas ou aqueles brinquedos, tirando talvez aquelas fotografias que a felicidade poderá estar ali. 

Ninguém usa ninguém ou toda a gente usa toda a gente. É uma relação. Há muitos motivos para se escrever, para se fotografar (além de blogs que já dêem dinheiro - ai também é uma motivação, posso garantir) e há imensos motivos para ler, para comprar. 

Hoje em dia, quando compramos coisas, é porque achamos que nos trazem algo mais que utilidade. Aquela camisola faz-me sentir bonita, aqueles cereais vão ficar bem nas fotografias, isto vai fazer com que sinta que faço parte do grupo de pessoas que usa estes ténis... Estamos a comprar pensos rápidos para a tristeza, solidão, insegurança... 

Ficamos focadas naquelas que parecem tão felizes mas que, se calhar, ou adormecem dormentes por não quererem pensar em nada para o mundo não desabar ou  adormecem a pensar que mentem para si mesmas e para o mundo e se sentem ainda mais negras por isso. 

E se, em vez de tudo isto, deste frenesi todo (no qual estou incluída, claro), tentássemos calar a urgência e investíssemos no que está por baixo das roupas e dos colares e dos vestidos? E se começássemos a querer coisas substanciais  em vez de mais uma camisola que durante 3 ou 4 vezes nos deixa com moca de "coisa nova", mas que rapidamente passa a ser mais uma? 

Creio que o segredo poderá estar na nossa união. Se nos passarmos a ver umas às outras. Se baixarmos o nosso imediatismo e olharmos para o outro (neste caso, a outra) como gostaríamos de sermos vistas: com atenção e carinho.

Se déssemos verdadeira atenção uns aos outros, não estaríamos tão sedentos dela e não seríamos tão histéricos nas redes sociais, na roupa, nas compras, nos saldos... 

Longe de mim querer dizer que isso está errado. Mais uma vez digo que faço parte desse carrossel e que tenho tentado abrandar ou, pelo menos, desconstruir o que se passa.

O que quero dizer é que todas procuramos colo, todas choramos (umas mais caladas que outras) e precisamos de alguém que nos dê atenção - até nós mesmas - e tudo seria mais saudável e mais bonito e mais verdadeiro se procurássemos isso nas nossas mulheres, por exemplo.

Na nossa mãe. 
Nas nossas avós.
Nas nossas primas. 
Nas nossas amigas.
Nas "nossas pessoas"

Quem mais compreende a angústia ou as vitórias de uma mãe que outra mãe? 

Somos feitas do mesmo. Queremos o mesmo, talvez por caminhos diferentes. 

Só isso.

E, como me tem dito uma amiga  - de formas bem mais encantadoras - "é  na diferença que está a riqueza". 

Vamos deixar de ser tontas? 


Portinho da Arrábida, Figueirinha, Sesimbra...

Portinho da Arrábida, Figueirinha, Sesimbra... na segunda semana de férias fomos conhecer algumas praias maravilhosas deste país, em Setúbal, e gostámos muito!

Já vos mostrei aqui o roteiro por Azeitão e Arrábida mas ainda não vos tinha mostrado as nossas fotografias naquelas praias. Ainda ficaram umas quantas por conhecer e a promessa de voltar para aquela zona, que é fantástica.

Figueirinha
Éramos para ir para Galapos, mas vimos lugar para estacionar na Figueirinha (naquela primeira pequenina mesmo ao lado) e ficámos logo por ali. É querida, pequena, a água calminha e transparente e tem um bar relativamente perto com umas sandes porreiras. Gostámos! Da próxima vez Galapos e, sem filhos - ou já mais crescidos-, Galapinhos (eleita melhor praia da Europa este ano).






















Cara que fazemos quando vemos uma alta e magra a pavonear-se à nossa frente LOL

Irmã mais nova sofre :) (neste caso, acho que gosta, por sorte)




Os fatos de banho são da Marias e Manéis 
(que está com descontos óptimos - podem comprar já maiorzinho para o próximo ano).

Portinho da Arrábida

Fomos almoçar já muito tarde (e arranjámos lugar mesmo cá em baixo junto aos restaurantes, que sorte) e, depois, fomos um bocado até à praia. Queixei-me de que só apanhámos calhaus mas já me ensinaram que se tem de caminhar mais até à zona de areia (apesar de estar reduzida a 1/3 do que já foi, que pena!). É mesmo muito limpa, água verde-esmeralda, não se ouve barulhos nenhuns a não ser os do mar e das cigarras. Natureza, natureza, natureza!

Vista do almoço






Sesimbra

Fomos a Sesimbra num dos dias, à praia de manhã e, depois, almoçar. Vale muito a pena dar ali um passeio pelas ruas e comer num dos restaurantes (comemos umas ameijoas que sim, senhor!). Na praia, a Bola de Berlim foi das melhores que comemos. Apanhámos óptimo tempo mas a água estava tão fria que até a Isabel comentou que lhe doíam os pés (ah ah). As pessoas eram muito, muito simpáticas e metiam-se com as miúdas. <3






Colar Gôda






Lanchinho a meio da manhã
Garrafa Zippy
Caixinha B de Amor

 

Havemos de voltar para aqueles lados, havemos, havemos.



Susana Cabaço Fotografia
Site aqui.



Podem ler também das nossas férias:
 

A mãe é que sabe VIAJAR - Azeitão e Arrábida

As férias na Fuzeta

Férias neste canto do algarve? Sim, sim sim

Quem está a trabalhar não devia abrir este post




 
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