domingo, 25 de junho de 2017

Coisas que aprendi com isto da maternidade e que não li em lado algum.

Sou das que lê. Sou mesmo. E continuarei a ser. Se gosto de o fazer, se sempre gostei para todos os meus outros interesses, também teria de gostar de o fazer no que toca a isto de ser mãe. Gosto. Penso. Experimento. Observo. Refaço. Tudo em prole de alcançar o equilíbrio, a calma, a felicidade, o melhor dentro do possível. 

Ser mãe é aprender pela tentativa e erro. Venham de onde vierem as inspirações para as tentativas. 

Aprendi algumas coisas que não li em lado algum (ordem aleatória enquanto janto uma salada mal amanhada que a Irene só adormeceu agora e tive lá uma hora com ela - sempre aos miminhos, não me enervou muito): 

- Ser mãe traz todas as nossas inseguranças à superfície. 

- Ser mãe faz-nos rever os comportamentos das nossas mães/pais connosco.

- Ser mãe é para sempre, não dá para desligar. 

- Ser mãe é achar sempre que podemos estar a falhar nalguma coisa. 

- Ser mãe é um privilégio do caraças. Há mulheres que não conseguem ser e querem tanto. Querem com tudo o que têm. 

- Ser mãe é mudar a ordem das coisas e por fases. 

- Tudo é uma fase. 

- Não adianta dizer de boca cheia que nunca iremos fazer qualquer coisa porque podemos vir a fazer. 

- Ser mãe é relativizar os nossos problemas para conseguirmos ver os deles. 

- Ser mãe é passar por uma morte da nossa eu antes de ter um bebé e de assistir ao seu renascimento. 

- Ser mãe é ter um pau de giz na mão e delimitar onde começa o nosso espaço, o dos nossos filhos e onde é que ele acaba e começa o dos outros. 

- Ser mãe é não descansar - fisica e emocionalmente. 

- Ser mãe é desesperar, chorar, gritar, espernear, mas ganhar força com o coração. 

- Ser mãe é despachar um ovo para o jantar, mas também é planear a comida para a semana inteira. 

- Ser mãe é amar com toda a intensidade que isso carrega. Para o bem, para o mal. 

Para sempre. 




Coisinhas giras: 

Fotografias - Joana Hall


Brincos - Our Sins 




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sábado, 24 de junho de 2017

Sinto que a minha carreira mediática já me passou ao lado


Confesso que fiquei histérica com o convite. E não estou a exagerar. A verdade é que sinto que a minha carreira mediática já me passou ao lado. Sinto que tive um timing ali em que podia ter apostado, mas que tomei outras decisões com o que sabia e sentia naquele momento.  Agora, claro que posso fantasiar com elas, mas só por não saber se levariam ao mesmo resultado. 

Houve uma altura em que fazia rádio (na rádio mais ouvida do país e no programa mais ouvido) e televisão e stand-up e comédia de improviso. Sentia-me realizada, mas cansada, mas sentia-me realizada, mas cansada. Deixei de o fazer, apostei noutras coisas, mas agora sinto falta. 

De verdade, só uma dessas é que não depende de mim, que é a televisão. Este convite fez-me sentir que não é por ter deixado de ser boa que não faço televisão, mas talvez porque já não seja adequada ao formato ou por haver gente mais adequada e isso não é errado. "É a vida a acontecer!" - por muito imbecil que possa parecer esta frase. 

Tenho saudades de andar de um lado para o outro, de espectáculo em espectáculo, de 5 euros em 5 euros, de grupo de amigos para pessoas da televisão, de fazer festivais em dois meios diferentes. Convenci-me que me tinha cansado e que não me mereciam por me darem tão pouco, mas eu recebia mais do que isso. Recebia utilidade, como aqueles cães com o barril ao pescoço (S. Bernardo?). 

Ontem matei as saudades - um bocadinho - e fiquei muito satisfeita por ver que a Mariana (Bumba na Fofinha) faz aquilo que faz na perfeição. Não sou provedora de nada, mas olhei para ela a trabalhar e pensei: isto está bem entregue. Como se pudesse descansar em relação a mim própria, mas sem saber bem porquê. 

Gostei muito de ir. Gostei muito do que fui falando. Gostei muito da dupla que lá estava. Adorei conhecer o Guilherme do Por Falar Noutra Coisa e adorei o Dário e a sua autenticidade.  Porém, tinha saudades de ser maquilhada e penteada e de conversar com a equipa e de abraçar os cameras - sinto-os quase como família, que "esquisito".. 

Gosto de fazer televisão, sinto até que preciso e não há que ter vergonha disso. Certo? Há quem precise de fazer Kitesurf, eu gosto de comunicar. Gosto de "aparecer", mas não sinto que seja para ser famosa. Sinto que é por causa da adrenalina e por gostar de fazer rir. 

Agora tenho o stories do instagram, ninguém me maquilha e os dados do telemóvel não esticam (estou para ver a conta deste mês), mas que tenho saudades, tenho! Também vos tenho aqui, mas este lado do meu coração não tem tanta graça, tem mais amor :)

Ontem fui ao CC All Stars Black Friday e foi às 16h50, quem quiser ver, esteja à vontade! 

Mariana e Guilherme, não ficaram no vosso melhor, mas o blog é meu, tinha de ser esta. :) 



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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Ser mãe de meninas é...

- é ter a delicadeza e a meiguice de mãos dadas à rabugice e ao espírito indomável

- é pôr no cabelo um gancho (ou dois ou quantos quiserem), nas unhas verniz e (tentar) meter no coração bondade e na cabeça espírito crítico

- é conviver com purpurinas e castelos e microfones mas não deixar que apenas isso seja opção

- é prepará-las para saberem viver bem com os seus corpos e (tentar) que não tenham problemas de auto-estima

- é dar-lhes armas para serem independentes, fortes, destemidas e acreditarem que podem ser até astronautas se quiserem

- é querer protegê-las de tudo mas desejar que se saibam proteger e lutar pelos seus direitos

- é dizer-lhes o quão esforçadas e inteligentes são em vez de lhes dizer que são princesas, bonitas e bem comportadas

- é ensiná-las a desejar o melhor às outras mulheres, a apoiá-las, a estar lá para elas, em vez de serem as primeiras a criticá-las e a deitá-las abaixo

- é desejar que o mundo seja delas e que serão livres para ser mães, se quiserem, casar, se quiserem, trabalhar no que quiserem, namorar com quem quiserem, sem pressões da sociedade (e muito menos minhas) desde que o façam com muito amor

- é maquilhar-me à frente delas, emprestar-lhes a maquilhagem, deixá-las andar nos meus saltos altos, mas mostrar-lhes que me sinto bem de cara lavada e com jeans rotos e chinelos e que, se nos sentirmos confiantes na nossa pele, o resto não é importante

- é mostrar-lhes que é possível sermos sensíveis e sermos corajosas, que podemos chorar mas que dentro de nós haverá força para limpar as lágrimas e ir à luta


SER MÃE era o meu SONHO. 
Aconteceu ser mãe de meninas. 
Adoro (adoraria ser de meninos também, tenho a certeza). 
Adoro ser Mãe, ponto. 

E, pensando bem, se fosse mãe de menino talvez lhe desejasse exactamente o mesmo, talvez agisse de forma semelhante. Talvez não lhe comprasse tutus cor-de-rosa por minha espontânea vontade, mas caso ele o desejasse compraria, sem hesitar. De resto, educá-lo-ia com os mesmos valores, com o mesmo cuidado, com o mesmo rigor. Educá-lo-ia a defender as mulheres, a amá-las e a respeitá-las.



















Sapatos Hierbabuena
 Tutus e camisolas personalizadas Kutchies
Fotografia
Tila do Amaral
Horto do Campo Grande

 
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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Está a custar-me fazer a mala para a Isabel ir de férias com os avós. (Estarei a virar mãe-galinha?)

Estou a fazer a mala para a Isabel ir, pela primeira vez, de férias com os avós. E está a custar-me. Pensei que não, pensei que já tinha este assunto mais que resolvido. Ponderei bastante antes de tomar a decisão (eu e o pai), porque muitas eram as dúvidas: como serão as noites?, será que vai chamar por nós?, vai sentir a nossa falta?, achará estranho a irmã não ir?, e eu aguento as saudades?, etc, etc.

Depois de decidir que iria, caso quisesse, o assunto acalmou dentro de mim. Vai divertir-se, vai ser óptimo para estar com os avós e com as primas, vai ter praia e piscina e passeios e brincadeira durante uma semana, o que mais uma criança pode desejar?

A primeira vez que lhe falei nisto, perguntou-me logo se eu também iria e a mana. Disse-lhe que não, então respondeu que também não ia. Da segunda vez, disse-lhe que se precisasse de mim ou se tivesse muitas saudades, eu ia lá ter. Disse-me que não ia. Na semana passada já me enumerou as pessoas que iam (os tios do David também vão com os netos - serão 6 adultos para 5 crianças) e pareceu-me querer ir. Fiquei contente. Esta semana já avisou na escola que vai de férias e está tudo encaminhado. Comprei-lhe um balde engraçado com gelados e lá me disse que é para brincar com as primas. E ficou toda contente de saber que vai ter umas braçadeiras da Patrulha Pata e um boné da Patrulha Pata, tal como a prima Alice (a que tem 1 dia de diferença). Acho que vai correr bem e que nem vai ter muito tempo para sentir saudades.
O problema foi quando comecei a fazer a mala. Afinal ela vai mesmo ficar uma semana longe de mim, ou melhor, eu vou mesmo ficar uma semana longe dela. E é inevitável ficar com uma angustiazinha, depois de toda a tragédia que temos vindo a acompanhar no nosso país. Tenho beijado mais as minhas filhas, sentido o cheirinho no pescoço, mesmo que transpirado, tenho adormecido a pensar na nossa pequenez e no pouco tempo que podemos ter para cá andar..

Vai custar, está a custar, mas quero dar-lhe asas e quero que sinta o amor que eu senti e sinto pelos meus avós. Ela vai. O meu coração vai com ela. E vai correr tudo bem. 

Roupa - Kutchies
Fotografia - Tila do Amaral
Horto do Campo Grande

(amanhã mostro mais fotos desta sessão a convite da Hierbabuena)

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Deixo que a Irene escolha a sua roupa. E então?


E quando eles embirram que querem vestir sempre a mesma roupa? Recuso-me terminantemente a por a roupa para lavar com pressa para ela vestir mais vezes, mas às vezes até apetece. Se vissem o quanto a miúda ficou contente quando, do nada, conheceu os Minions na C&A do Colombo:






Estava louca, possuída! Até ficava sem força nas perninhas de os ver de um lado para o outro. Tão, mas tão querida! Isto porque a C&A tem uma nova colecção de roupa dos Minions e a Irene, apesar de nunca ter visto nenhum filme, até cuecas dos Minions queria (e tem). 

Apesar de muita gente não compreender, dentro de alguns limites, deixo que seja a Irene a escolher a sua roupa. Não me importo com a opinião que os outros pais venham a ter de mim ou dela ou seja o que for. Quero que ela esteja prática e feliz. A roupa, a meu ver, é mais uma forma de passarmos quem nós somos, de nos exprimirmos. No meu caso, muda de dia para dia e não gostaria que alguém escolhesse o que visto. 

Dou-lhe algumas opções (senão sente que "não tem nada para vestir") e nunca passa frio ou demasiado calor. A partir daí, tudo me parece possível. 

Foi assim que ela decidiu ir à praia no outro dia, por exemplo, e nada é mais bonito que ver uma criança alegre e também vaidosa, já agora:



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quarta-feira, 21 de junho de 2017

É a saúde dos nossos heróis que está em jogo!

Não se brinca com o sol. Pode-se brincar ao sol, mas com cuidado, sempre com cuidado.

Escolhi Ambre Solaire, que tem uma gama para crianças testada sob controlo pediátrico, não só porque me agrada escolher produtos que tenham história e credibilidade: Ambre Solaire está há mais de 30 anos em Portugal e apoia a Liga Portuguesa Contra o Cancro, já há 17 anos, com a missão de sensibilizar os portugueses para hábitos mais saudáveis de exposição solar.

Já viram o vídeo amoroso dos Heróis por um Sol Saudável? Aquele que partilhámos há uns dias no nosso Facebook? 



Convidamo-vos agora a participarem no passatempo aqui: https://goo.gl/P1W7Hp, onde podem ganhar cabazes de produto para toda a família. E, já agora, a verem o quão divertido foi ver as nossas filhas a tentarem pôr protector uma à outra. 










Só assim ficamos descansadas, com a gama infantil testada sob controlo pediátrico... (e cheiram tão bem, tão a praia, trazem-me tantas memórias boas...). 

♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡ 

Coisinhas giras: 



Fotografias - 
The Love Project 

Piscina - Aquashow - Quarteira
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Mães que vivem "sozinhas" com os filhos: palmas para vocês.

Seja por divórcio, seja porque o marido está no estrangeiro, ou porque trabalha fora, seja por que razão for, opcional ou não, ter os filhos apenas sob a nossa alçada todos os dias, cuidar deles, brincar, acalmar os pesadelos, passear, cumprir horários, educar... É DOSE. E eu cheguei a esta conclusão tendo o David presente ao fim-de-semana, nem quero imaginar quem só tem de quando em quando... ou NUNCA! 

Por motivos profissionais (dele), vivemos assim em abril e maio. Além das saudades que todas sentimos (e ele também, claro), foi duro. É duro a falta de apoio, aquele time breakzinho, aquela ida à casa de banho mais demorada enquanto se faz uma passagem rápida pelo feed do telemóvel, porque sabemos que o outro está lá. Não há um jantar feito pelo outro, não há um "pergunta ao pai", não há aquele apoio perante uma birra, até porque às vezes é preciso é ter ideias para contornar as crises. Não dá para tirar um intervalinho, é contínuo, é sem paragens e sem desculpas. 

Não é fácil, pois não? Ou sou eu que tenho uma tendenciazita para a vitimização - o que também é possível, porque com o cansaço (lá está a queixinhas em acção), a nossa margem para resistir e aguentar tudo diminui substancialmente!

Vocês, que vivem só com os filhos, merecem uma estátua. A sério que sim. "Eu não aguentaria muito mais tempo", saiu-me várias vezes. Claro que aguentaria, se tivesse de ser. Mas sai do pêlo, desgasta, cansa. Por eles, tudo, claro. E acredito que aquela felicidade espontânea, aquele abraço mais demorado sem termos pedido, aquele "gosto de ti, mãe" no final do dia ao adormecer seja suficiente para repor as energias para mais 24 horas. Queixamo-nos mas queixamo-nos com o coração a transbordar.


Fotografia: The Love Project

*Válido também para pais, claro 


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terça-feira, 20 de junho de 2017

A.p.a.i.x.o.n.a.d.a ❤












Coisinhas giras: 

Saia - Tuc-Tuc 
Férias - Aquashow 
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21 brinquedos para cada fase da criança

Brincar é das coisas mais importantes da primeira idade - e das que se seguem. Cada vez mais os pais e os profissionais de saúde estão atentos à relevância de, mais ainda do que lhes dar brinquedos adequados à idade, estimulá-los, dando-lhes oportunidade de crescerem saudáveis e felizes. Estar com eles, dar-lhes tempo para brincarem connosco e sozinhos, é fundamental. Mas como escolher os melhores brinquedos para as respectivas fases?

Falo-vos da minha experiência com duas crianças de 1 e 3 anos, numa casa em que tentamos que não haja excessos: abusamos em livros, mas brinquedos achamos melhor apostar em dois ou três bons e didácticos para cada fase do que exagerar, amontoar e acabarem por ficar todos a um canto.

1 mês

Não vejo necessidade de lhes dar brinquedos. Colo, mimo, canções de embalar são mais do que suficientes.

2 - 3 meses
Já começam a ter algum interesse por alguns brinquedos, como rocas, bolas ou guizos, gostam de ter algo para agarrar no banho, por exemplo, gostam de mobiles (na Luísa não usei), mas o melhor brinquedo continua a ser os pais - preferem caretas, vozes diferentes, sorrisos, músicas, embalo ou danças, beijinhos ou cócegas no corpo.


4 - 7 meses

Nesta fase já brincam com as mãos e os pés, já começam a querer rebolar para buscar brinquedos, já vêem as cores e têm noção da bidimensionalidade, já passam objectos de uma mão para a outra, já têm maior motricidade fina e começam a querer sentar-se.
É também quando habitualmente começam a nascer os primeiros dentinhos e quando começam a descobrir o mundo através da boca. Brinquedos de plástico, mordedores, bolas e brinquedos que se empilhem ou encaixem começam a ser interessantes, assim como livros apropriados para a idade. A hora do banho pode ser das mais divertidas, por isso uns patinhos de borracha (cuidado para não ficarem com água e ganharem muita sujidade) vêm sempre a calhar.





8 - 12 meses
Além de continuarem a gostar de brincar com tudo o que foi anteriormente mencionado, começam a ganhar maior destreza motora, a gatinhar, a querer ir atrás mas também a perceber como funciona o encaixe (adoro ver a Luísa toda feliz a "arrumar as coisinhas" dentro das caixas em vez de ser só mandar tudo ao ar, como era até então eheh). Brinquedos de empilhar ganham agora outro significado, assim como todos os que tenham sons e luzes (confesso que sou um bocadinho alérgica a esses, por me cansarem de sobremaneira e alguns têm volume tão alto, credo!), mas eles costumam gostar mais ainda se imitarem objectos que já conheçam: telemóveis, telefones, tablets (se forem os dos pais, ainda melhor hehe). A prenda de aniversário da Luísa escolhida e oferecida pela Isabel foi um tablet com sons, formas, bonecos e cores (e música, muita música!).








1-2 anos


Noto que a Luísa (1 ano acabado de fazer) começa agora a achar piada a livros, apesar de sempre os ter tido à disposição. Ao longo deste ano muita coisa muda, claro: começam a andar e a gostar de puxar bonecos à frente e atrás, carrinhos de bebé, começam a querer pintar (há aquelas digitintas muito giras), brincam com bonecos, peluches, carrinhos, começam a reproduzir o que vêem e as dinâmicas familiares, gostam de plasticina caseira (da outra acho que só me arrisco mais próximo dos dois anos para não ir parar à boca), o leque de brincadeiras aumenta que é uma loucura. É quando brincam com Lego (adoro!), quando começam a achar muita piada às bolinhas de sabão e a tentar soprar e estar dentro de uma piscina de bolas então é como ir à Eurodisney.




2 - 3 anos

Bem-vindos ao hospital, a casa, à escola, às compras. Nesta idade, eles já fazem as vozes das diferentes personagens, já constroem histórias e realidades e é uma delícia vê-los brincar com tanto simbolismo (e brincar com eles). Carros dos bombeiros, máquinas registadoras, carrinhos de bebé, vale tudo. Esta é também uma boa idade (não que as anteriores não sejam já) para lhes dar uns instrumentos musicais (cá em casa há um órgão do Frozen) e para apostar em puzzles mais elaborados, assim como experimentar o triciclo, a bicicleta...
Livros, contos e jogos didácticos são também boas opções, mas sabem o que também é bom? Dar-lhes objectos simples do quotidiano e deixá-los imaginar e inventar histórias e acções. Menos é, muitas vezes, mais.




Espero que tenham gostado :)


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